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Falta de planejamento tecnológico trava o crescimento das PME

6 de janeiro de 2026

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Muitas pequenas e médias empresas entram em um novo ano com metas ambiciosas de faturamento, expansão e novos mercados. Mas, na prática, seguem operando com os mesmos sistemas improvisados, planilhas descentralizadas, retrabalho e decisões baseadas mais em intuição do que em dados.

O resultado? Gargalos operacionais, perda de eficiência, aumento de custos e uma sensação constante de que a empresa está sempre “apagando incêndios”.

Segundo levantamento da McKinsey, empresas que utilizam tecnologia de forma estratégica podem aumentar sua produtividade em até 20% a 30%. Já dados do IBGE mostram que a baixa adoção de tecnologia ainda é uma das principais barreiras à competitividade das PMEs brasileiras.

O problema não é a falta de ferramentas. É a falta de planejamento.


Um erro comum entre empresários é associar planejamento tecnológico à aquisição de novas ferramentas: ERP, CRM, automação de marketing, BI, IA, entre outras.

Planejamento tecnológico começa com perguntas estratégicas, como:

  • Onde estão os gargalos do meu negócio hoje?
  • Quais processos consomem mais tempo e geram mais erros?
  • Onde perco dinheiro por falta de controle ou informação?
  • Minha tecnologia acompanha o ritmo de crescimento da empresa?

Sem responder a essas perguntas, a tecnologia vira apenas um custo e não um motor de crescimento.


A falta de planejamento gera impactos que muitas vezes não aparecem diretamente no DRE, mas corroem a eficiência da operação:

  • Retrabalho constante
  • Falta de integração entre áreas
  • Dados inconsistentes
  • Dependência excessiva de pessoas-chave
  • Decisões lentas ou baseadas em achismo

Um case conhecido é o da Target (EUA), que enfrentou prejuízos milionários após falhas na integração de sistemas logísticos e de previsão de demanda. Embora seja uma grande empresa, o problema é o mesmo enfrentado por muitas PMEs: crescimento sem estrutura tecnológica adequada.

Em menor escala, o efeito é similar. Empresas crescem em faturamento, mas perdem margem, controle e eficiência.


Empresas que estruturam bem seus processos e tecnologia conseguem:

  • Escalar sem aumentar custos na mesma proporção
  • Tomar decisões mais rápidas e seguras
  • Melhorar a experiência do cliente
  • Reduzir desperdícios
  • Aumentar produtividade

Não se trata de “ter a tecnologia mais moderna”, mas sim a mais adequada ao momento do negócio.

Planejamento tecnológico é estratégia de negócio.


Na Corelab, o ponto de partida não é a ferramenta. É o entendimento profundo do negócio, dos processos e dos objetivos estratégicos.

A tecnologia entra como meio e não como fim.

Empresas que desejam crescer em 2026 precisam deixar de improvisar e começar a estruturar.

Porque eficiência não é consequência do acaso. É resultado de planejamento.